3 de fev. de 2021

Microsoft apresenta chip para computação quântica sem limite de qubits

Multiqubits Engenheiros da Microsoft e da Universidade de Sydney, na Austrália, apresentaram um chip que resolve o problema do escalonamento - torná-los maiores - dos computadores quânticos. "Para realizar o potencial da computação quântica, as máquinas precisarão operar milhares, senão milhões de qubits," explica o professor David Reilly, líder da equipe. "Os maiores computadores quânticos do mundo operam atualmente com apenas 50 qubits ou pouco mais. Essa pequena escala se deve em parte aos limites da arquitetura física que controla os qubits."
Este é o chip já instalado dentro da geladeira de diluição, que o colocará a 0,1 Kelvin. [Imagem: University of Sydne

17 de nov. de 2020

Cérebro humano tem semelhanças intrigantes com teia cósmica de galáxias



dimensões das duas, mas ambas apresentam similÀ esquerda, uma seção do cérebro; à direita, uma seção da teia cósmica. Há 27 ordens de magnitude separando as aridades intrigantes.

[Imagem: Franco Vazza/Alberto Feletti - 10.3389/fphy.2020.525731


Cosmologia neural ou neurologia cosmológica?

Um astrofísico e um neurocirurgião pode parecer uma dupla que tenha pouco a estudar em conjunto, mas Franco Vazza (Universidade de Bologna) e Alberto Feletti (Universidade de Verona) mostraram que é possível estabelecer paralelos entre campos do saber que aparentam ser totalmente desconexos.






6 de out. de 2020

vida em venus?


Impressão artística de Vênus, com uma ilustração da molécula de fosfina, possível indicador de vida no planeta.
[Imagem: ESO/M. Kornmesser/L. Calçada/NASA/JPL/Caltech]




 Não há explicações plausíveis para a presença da fosfina de origem que não seja viva na atmosfera de Vênus.

Vida em Vênus

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou a descoberta de uma molécula rara - a fosfina, ou hidreto de fósforo (PH3) - nas nuvens de Vênus.

Na Terra, este gás só é fabricado de forma industrial ou por micróbios que se desenvolvem em ambientes anaeróbicos, ou seja, sem oxigênio.

Mas não há explicações plausíveis para a presença da fosfina abiótica - de origem que não seja sua geração por organismos vivos - na atmosfera de Vênus.



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Bibliografia:

Artigo: Phosphine gas in the cloud decks of Venus
Autores: Jane S. Greaves, Anita M. S. Richards, William Bains, Paul B. Rimmer, Hideo Sagawa, David L. Clements, Sara Seager, Janusz J. Petkowski, Clara Sousa-Silva, Sukrit Ranjan, Emily Drabek-Maunder, Helen J. Fraser, Annabel Cartwright, Ingo Mueller-Wodarg, Zhuchang Zhan, Per Friberg, Iain Coulson, Elisa Lee, Jim Hoge
Revista: Nature Astronomy
DOI: 10.1038/s41550-020-1174-4